Faculdade ou Curso Técnico: o que é melhor, qual escolher

O curso técnico permite a profissionalização rápida, mas a faculdade oferece melhor formação. Compare e veja o que é melhor.

Profissionalizar-se é um objetivo importante para todos. As decisões, neste assunto, são muitas. Por exemplo, os estudantes que estão concluindo o ensino fundamental precisam decidir se fazem um curso técnico – que permite obter uma profissão por volta dos 18 anos – ou cursar o ensino médio regular para, em seguida, prestar vestibular para uma faculdade.

O principal problema destas encruzilhadas é a idade: seja aos 14 anos, seja aos 18, é muito difícil que o jovem tenha maturidade para fazer a escolha da profissão que provavelmente o acompanhará por 30 ou 40 anos. Algumas questões paralelas surgem como complicadores: a pressão familiar, a necessidade de começar a contribuir para o orçamento doméstico, etc.

faculdade ou curso técnico

O Curso Técnico

Para quem quer começar a desenvolver uma carreira profissional rapidamente, o curso técnico é a melhor opção. Atualmente, há diversas opções de carreiras – o Ministério da Educação (MEC) organizou os cursos em 13 eixos tecnológicos, totalizando mais de 180 opções – que permitem contemplar as habilidades desenvolvidas e os talentos individuais.

É preciso tomar alguns cuidados, no entanto. Um jovem residente em uma metrópole dificilmente encontrará trabalho depois de fazer um curso técnico na área de produção alimentícia (como técnicas agrícolas ou cooperativismo, por exemplo), a menos que se disponha a mudar de cidade. Da mesma forma, a área de petróleo e gás fica restrita às regiões produtivas.

Alguns cursos técnicos só podem ser realizados depois da conclusão do ensino médio. É o caso do técnico em Cervejaria (só existe um curso no Brasil, em Vassouras, RJ), com duração de dois anos. Outros, mesmo previstos pelo MEC, não são oferecidos em algumas regiões brasileiras. O estudante pode procurar uma escola particular para o curso de sua preferência e, caso não tenha condições financeiras, pode tentar obter uma bolsa do PRONATEC.

O estágio é obrigatório para a conclusão de um curso técnico. Isto permite a vivência profissional bem cedo, facilitando a inserção no mercado de trabalho. Por outro lado, exige disponibilidade de horários no último ano de aulas.

Sempre é possível fazer um curso técnico e, em seguida, fazer uma faculdade na mesma área de atuação (por exemplo, Edificações e Arquitetura, além dos técnicos em Administração, Contabilidade, Publicidade, etc.).

curso técnico ou faculdade

A Faculdade

Especialmente nos bacharelados, a formação oferecida por uma faculdade é mais ampla, permitindo aos alunos conhecerem a teoria da área e todas as oportunidades da carreira. Enquanto o curso técnico é mais direto, um curso de nível superior apresenta uma abordagem bastante extensa.

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O principal problema talvez seja o tempo investido nos estudos. Para chegar à graduação, é necessário concluir o ensino médio e preparar-se para o vestibular (o que pode demorar de dois ou três anos, dependendo da carreira escolhida); finalmente, chegando à faculdade, mais quatro ou cinco anos serão necessários até a conclusão.

Logo no início da profissão, os salários pagos para quem fez um curso técnico são ligeiramente mais elevados, mas, considerando o desenvolvimento profissional, quem cursa uma faculdade tende a obter maiores salários. Os cargos de assistente, supervisor e todas as chefias geralmente são reservados para quem tem uma graduação.

Para quem está preocupado com o tempo, é preciso lembrar que existem faculdades de curta distância: são as graduações tecnológicas, cursadas em dois anos (na maioria dos casos), com todas as prerrogativas dos cursos de nível superior.

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Como ser Jovem Aprendiz em Banco – Salário, Como Participar

Os bancos brasileiros também aderiram ao programa Aprendiz Legal. Veja como se tornar jovem aprendiz.

O Aprendiz Legal é um programa de aprendizagem profissional instituído em 2000 e regulamentado em 2005. O objetivo é preparar os jovens para o mundo do trabalho: a profissionalização é uma das etapas do processo educativo previstas no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Tornar-se um jovem aprendizem banco ou em outras empresas – faz parte deste processo.

O programa Jovem Aprendiz em banco teve início em 2003, ainda antes de a legislação ter entrado em vigor. Por lei, empresas de médio e grande porte devem ter, em seu quadro de pessoal, entre 5% e 15% de aprendizes. O programa visa oferecer oportunidades a jovens entre 14 e 24 anos, com ensino médio concluído ou em curso.

jovem aprendiz

Já foram abertas milhares de vagas para jovens aprendizes nestes 12 anos. A contratação é feita pela própria instituição bancária ou por empresas responsáveis pelo recrutamento e seleção. Além das atividades da rotina bancária, os contratados também recebem cursos de formação, com duração de até 690 horas de aula.

Como Participar do Jovem Aprendiz

Os grandes bancos, como Itaú, Bradesco, Santander, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste e Banco do Brasil, realizam processos seletivos exclusivos para jovens aprendizes. As oportunidades se encontram nas agências e postos de atendimento, além dos setores administrativos.

Leia: Quais são os Cargos Bancários e o que Eles fazem?

Os interessados devem ficar atentos ao início do período de contratações, geralmente aberto no início de cada ano (pode ocorrer abertura de vagas durante o ano, determinando novo processo seletivo). Os candidatos preferenciais são jovens em situação de vulnerabilidade, com renda média per capita mensal de até um salário mínimo e meio.

Os menores de idade assinam contrato não renovável até os 18 anos (assistidos pelos pais ou responsáveis). Os demais participantes do programa Jovem Aprendiz podem permanecer em aprendizado até os 24 anos. É comum que os bancos contratem os participantes que mais se destacaram no período.

Quais os benefícios e o que ganha um jovem aprendiz?

+ Confira: Quanto ganha um jovem aprendiz

Depois da seleção (composta de análise de currículo, provas e entrevistas), o jovem aprendiz tem direito a receber vale-transporte, vale-refeição, seguro de vida em grupo, política salarial idêntica à praticada com a categoria dos bancários e assistência médica.

Além disto, o jovem aprendiz tem direito ao registro em carteira, remuneração de um salário mínimo nacional mensal, férias remuneradas concomitantes ao período de férias escolares e ao recolhimento do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), que pode ser sacado depois do término do contrato com o banco.

A jornada diária de trabalho varia entre quatro e seis horas, dependendo da região e das necessidades dos bancos. No outro período, os jovens aprendizes recebem aulas sobre administração, legislação, informática, comunicação formal e informal, ética, política, cidadania, marketing pessoal e organização da rede de contatos.

Durante o expediente, as tarefas mais comuns são: organização e arquivo de documentos e formulários, recepção, expedição e distribuição de correspondências, atendimento telefônico, elaboração de planilhas básicas, direcionamento de clientes nas agências e auxílio no autoatendimento.

Quanto Custa um Curso de Piloto de Helicóptero

Os salários de um piloto de helicóptero podem chegar a mais de R$ 20 mil. O curso teórico custa em torno de R$ 4 mil.

O mercado para pilotos de helicóptero, especialmente com a necessidade cada vez maior de deslocar equipes de trabalho para plataformas de petróleo e para regiões de difícil acesso onde estão sendo tocadas obras de infraestrutura. Além disto, aumenta a cada dia o número de empresários e executivos que usa as aeronaves para driblar o trânsito intenso das grandes cidades. Mas o curso de pilotagem não é nada barato.

Nos últimos cinco anos, de acordo com informações da ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), o número de licenças para trabalhar como piloto de helicóptero mais que triplicou. Os salários são um atrativo e tanto: ficam entre R$ 8 mil e R$ 30 mil, de acordo com a região de atuação profissional. Mas, apenas para fazer o curso teórico, é preciso desembolsar aos menos R$ 4 mil.

Conheça nesse artigo mais informações sobre salário, carreira, o curso teórico e prático para começar pilotar helicópteros tanto para uso próprio como para uso comercial, sendo assim fazendo táxi aéreo e tendo excelentes remunerações.

piloto de helicóptero

O curso completo pode sair por mais de R$ 70 mil, até a habilitação para piloto comercial.

Como se Tornar Piloto de Helicóptero

Para se matricular em um curso de piloto de helicóptero, é preciso ter o ensino médio completo, ser maior de 18 anos e a maior parte das escolas exige exames de aptidão física e psicológica, realizados em hospitais credenciados pela ANAC.

Algumas características desejáveis para um piloto de helicóptero são: capacidade de trabalhar sob pressão, autocontrole, responsabilidade e concentração, além de facilidade para ler os instrumentos técnicos. Gentileza e boa capacidade de inter-relacionamento ajudam a obter sucesso na profissão.

O curso teórico de piloto de helicóptero pode ser realizado presencialmente ou online. A primeira parte é apenas virtual, com mais de 290 horas de aula (geralmente, cursos online são mais barato – até metade do preço). Nas escolas físicas, o curso dura seis meses, com aulas três vezes por semana. Os R$ 4 mil citados anteriormente se referem apenas aos estudos teóricos.

Em seguida, é preciso realizar os estudos práticos em aeronaves e simuladores, com carga horária nunca inferior a 35 horas de voo. No Rio de Janeiro, Estado com grande número de interessados em trabalhar no suporte à prospecção e extração de petróleo na bacia de Campos, cada hora de aula custa, em média, R$ 650.

piloto privado de helicóptero

Salário de Piloto de Helicóptero

Todo este investimento, no entanto, qualifica profissionais apenas para pilotarem seus próprios helicópteros (ou de terceiros, na condição de piloto não remunerado; eles não podem obter registro em Carteira de Trabalho). Estes são os chamados pilotos privados. Entre a parte teórica e a prática, os alunos precisam de um ano e meio a dois anos para completar seus estudos.

Uma vez licenciados como pilotos privados pela ANAC, os alunos podem se candidatar à condição de pilotos remunerados. Para tanto, é preciso fazer o curso de piloto de helicóptero comercial. A licença depende da aprovação no exame aplicado em escolas credenciadas, que inclui 120 questões objetivas e destreza prática.

Para o curso de piloto de helicóptero comercial (PCH), é preciso ter o certificado de piloto privado e ter a certificação de capacidade física, de 1ª classe. O documento é expedido pela Força Aérea Brasileira. Todas as avaliações objetivas e médicas também implicam custos, que variam de acordo com a unidade da federação.

Os candidatos a pilotos comerciais têm no mínimo 65 horas de voo (o mínimo, as duas etapas da qualificação devem ter cem horas de voo). Após as avaliações finais, os profissionais estão aptos a trabalhar de forma remunerada em empresas de offshore (na prospecção, perfuração e extração de petróleo e gás em plataformas marítimas), companhias de táxi aéreo, transporte aeromédico e mesmo como pilotos jornalísticos.

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