Cursos Online são Reconhecidos pelo MEC?

São duas as respostas: sim e não. Todos os cursos online regulares são reconhecidos pelo MEC.

De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que determina os parâmetros e objetivos para o fomento do ensino, apenas os cursos regulares – ensino infantil, fundamental, médio (inclusive técnico) e de nível superior (bacharelado, licenciatura, graduação tecnológica e especialização) são reconhecidos pelo MEC, desde que satisfaçam determinados padrões de qualidade do – contrário podem perder a licença de funcionamento (como ocorreu com a Universidade Gama Filho e a UniverCidade, ambas sediadas no Rio de Janeiro).

Quais Cursos Online são Reconhecidos pelo MEC?

cursos reconhecidos pelo mec

A partir do ensino médio, as escolas podem oferecer online todas as atividades, mas é sempre necessária a presença dos alunos nas salas de aula (oi polos de apoio presencial) geralmente uma vez por semana e também nas avaliações e outras atividades acadêmicas.

Assim, todos os cursos regulares precisam obter autorização de funcionamento e ser reconhecidos pelo MEC. Escolas públicas e particulares precisam seguir critérios mínimos definidos pelo ministério, como currículo, período letivo e carga horária. Cada instituição de ensino pode ampliar estes requisitos, mas não pode deixar de cumpri-los, sob pena de descredenciamento.

Em nível superior, diversas faculdades (inclusive a Universidade Aberta do Brasil – www.uab.capes.gov.br) oferecem cursos online (com a obrigatoriedade de comparecimento dos alunos nas atividades determinadas). Novos cursos, para serem reconhecidos pelo MEC, devem esperar a formação da primeira turma. Portanto, antes de se matricular, é preciso avaliar as condições da instituição de ensino.

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Cursos Livres são Reconhecidos pelo MEC?

Se, na educação formal, todos os cursos são supervisionados pelo MEC, o mesmo não ocorre com os chamados cursos livres – a educação não formal –, que funcionam se nenhum vínculo legal com o ministério. O objetivo é qualificar jovens e adultos para que possam obter melhores opções no mercado de trabalho.

Estes cursos nasceram em escolas físicas, apesar de a educação a distância já ser mais que centenária (apostilas, material didático e avaliações eram inicialmente enviados pelo correio, fato que tornava o processo um pouco lento). Cursos de idiomas, formação profissional (eletrônica, reparos automotivos, contabilidade básica, etc.), além de corte e costura, artesanato, culinária e outros.

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Em seguida, vieram os cursos de informática, que aposentaram a datilografia. Com a popularização da internet, no final dos anos 1990, surgiram as primeiras escolas virtuais, inicialmente vistas com certa desconfiança. Muitos especialistas em educação inicialmente criticaram os cursos online e questionaram a viabilidade do aprendizado sem a relação direta de professores e alunos.

Hoje, tudo mudou. Milhares de pessoas aproveitam o pouco tempo livre entre as atividades profissionais e familiares para aprimorar seus conhecimentos em qualquer área – é possível, por exemplo, organizar um plano de estudos, realizando uma série de cursos do mesmo tema.

A vantagem dos cursos online é que cada estudante administra seu tempo e sua forma de estudar. As avaliações são feitas quando o aluno se sente preparado e, em muitos casos, é possível começar a assistir as aulas imediatamente após a confirmação do pagamento, já que muitas atividades são pré-gravadas. No entanto, estes cursos online não são reconhecidos pelo MEC. Nem precisam ser: só é preciso certificar-se sobre a sua qualidade.

Confira aqui a lista de cursos online que já certificou mais de 120 mil brasileiros!

Como Concluir o Ensino Médio pelo ENEM, é Possível?

O Exame Nacional do Ensino Médio – ENEM – permite aos aprovados obter a certificação.

Todos os estudantes que prestam o ENEM podem obter o diploma do ensino médio, independentemente de terem cursado os três anos do curso. Até 2008, era necessário se submeter ao ENCCEJA – Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos. Com a implantação do novo exame, que também é utilizado como uma radiografia da qualidade do ensino brasileiro, apenas jovens residentes no exterior precisam fazer o ENCCEJA. Os alunos que não cursaram regularmente o ensino médio podem se preparar baixando gratuitamente o material didático e videoaulas em diversos sites. Desde 2009, o ENCCEJA é obrigatório apenas para quem precisa da certificação do ensino fundamental (maiores de 15 anos).

concluir ensino médio pelo enem

Pode-se Obter o Diploma do Ensino Médio com o ENEM?

Para obter o diploma do ensino médio com o ENEM, são necessários alguns pré-requisitos: ter conquistado um mínimo de 450 pontos em cada área avaliada (Linguagens, Matemática, Ciências Humanas e Ciências da Tecnologia), 500 pontos na prova de Redação, ter completado 18 anos até a data da primeira prova do ano anterior (em 2013, ela foi aplicada no dia 26.10) e indicar, no momento da inscrição – que é feita pela internet – que quer receber a certificação e indicar a escola que deverá se responsabilizar pela confecção do documento, preferencialmente na cidade de residência. Dos 7,2 milhões de estudantes que prestaram o ENEM no ano passado, quase 785 mil estão pleiteando o diploma.

Estas escolas, no entanto, só aceitam pedidos relativos ao último ENEM aplicado; quem prestou o exame nas edições anteriores deve ligar gratuitamente para o telefone do MEC – 0800-616161 ou procurar a secretaria de educação do seu Estado. A pontuação mínima permite a declaração de proficiência, eliminando a necessidade de refação da prova; no ENEM seguinte, só é necessário estudar para as outras áreas.

ensino médio

Documentação Necessária para Tirar Diploma do Ensino Médio

É necessário anexar uma série de documentos: CPF e RG (original e cópia), certidão de nascimento ou casamento (cópia), comprovante de endereço com CEP (cópia), boletim dos resultados obtidos no ENEM (expedido pelo INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais, cópia) e declaração individual de que não concluiu o ensino médio em uma escola regular e que autoriza a utilização do resultado do exame (o documento é expedido pela própria unidade certificadora).

Vale lembrar que as notas do exame são utilizadas também para selecionar estudantes para as universidades federais através do SISU – Sistema de Seleção Unificada –, além de diversos outras instituições de nível superior. Candidatar-se a uma vaga pelo PROUNI – Programa Universidade para Todos – que concede bolsas de estudos integrais e parciais em faculdades particulares, também para pela obtenção de bons resultados no ENEM.

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Os Diplomas do Ensino Médio

A solicitação do certificado pode ser feita no início de cada ano. Uma vez cumpridos os pré-requisitos, o candidato deve se dirigir a quaisquer campi do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia em seu Estado. A maioria das unidades da federação celebrou convênios entre suas secretarias estaduais de educação e o Ministério da Educação e também podem expedir o diploma do ensino médio.

A expedição do certificado é gratuita e o prazo máximo é de 45 dias (portanto, quem está participando de um processo seletivo e necessita do documento deve providenciá-lo o mais rápido possível; porém, em geral, as faculdades aceitam a matrícula condicional, para que o candidato não perca a vaga). Não é necessário comprovar a conclusão do ensino fundamental.

Como Fazer um Relatório – Exemplos de Relatórios

É um texto feito por quem analisou um tema específico. Saiba como fazer um relatório.

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Um relatório pode ser uma tarefa de escola, uma atividade profissional ou mesmo o registro pessoal de experiências, viagens, etc. (neste caso, é um relatório feito para si mesmo). O importante é ter clareza e concisão. Afinal, as informações serão utilizadas por terceiros – seja a avaliação de um professor, seja o desdobramento do trabalho; por exemplo, um consultor de vendas pode sondar determinada região para conhecer a demanda específica, e é seu relatório que determinará as ações comerciais.

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Como Fazer um Relatório corretamente

Cada empresa (ou escola) emprega metodologia própria para fazer relatórios, mas em geral eles são divididos nas seguintes partes:

a) cabeçalho: informa o assunto do relatório, uma panorâmica dos temas que serão abordados, o nome do redator, data e local em que a análise foi realizada e os possíveis destinatários;

b) sumário ou índice: detalha mais profundamente os tópicos do relatório e, caso este seja mais extenso, as páginas em que cada assunto está contemplado;

c) introdução: indica o método utilizado na análise e coleta dos dados contidos no relatório, relaciona informações acessórias que podem facilitar a compreensão do documento e apresenta os objetivos;

d) desenvolvimento: é a apresentação do relatório em si: apresenta os fatos pesquisados, correlaciona estes fatos com informações pertinentes, como tendências atuais, para um levantamento sobre eventos festivos, ou a contextualização, no caso de um relatório sobre um livro do período romântico ou naturalista (século XIX). Neste caso, é preciso justificar as atitudes das personagens de acordo com os costumes da época;

e) conclusão: serve para reforçar os principais pontos abordados no relatório e justificar a avaliação final, como sugerir determinadas ações e fazer a avaliação final. Deve ser um texto objetivo, em que não cabem expressões como “eu acho” ou “em minha opinião”. Os dados coletados devem servir para traçar as próximas ações (ou, no caso de uma tarefa escolar, para avaliar o caráter e as ações do enredo).

fazer relatório

O que Evitar em um Relatório

Como foi visto, o texto de um relatório segue um roteiro. Não é necessário que seja seguido à risca, mas o erro mais comum é antecipar etapas – por exemplo, alongando-se no cabeçalho ou na introdução. Isto provoca a dispersão do leitor.

Um relatório é um documento formal em qualquer situação; mesmo que seja transmitido por e-mail, deve-se usar linguagem correta, sem familiaridades e, se o destinatário for público leigo, os termos técnicos precisam ser evitados – ou “traduzidos”, para melhor entendimento do leitor. Abreviações, como “vc” e “tb”, estão proibidas.

Um relatório de prospecção sempre traz novidades para os destinatários, mas o tom do texto não pode deixar transparecer que o redator “sabe tudo”, é o “dono da verdade”. A linguagem deve ser simples, direta. Da mesma forma, é preciso fugir das informações acessórias desnecessárias. Novamente, isto dispersa a atenção do leitor e, em alguns casos, pode até irritá-lo.

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