Custos para Abrir um Restaurante: Investimento e Retorno

Quer abrir um restaurante? Planeje cuidadosamente: só 3% destes estabelecimentos sobrevivem por mais de uma década.

De acordo com a ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes), de cada 100 restaurantes, 35 não conseguem completar o primeiro ano de atividades e apenas três permanecem abertos depois de dez anos de trabalho. Os motivos principais são a falta de planejamento, de objetivos claros e descontrole orçamentário.

Os custos para abrir um restaurante variam bastante: tudo depende do tipo de estabelecimento desejado: self service, almoço executivo, happy hour, refeições prontas, almoço e jantar, etc. Para o setor, a boa notícia é que cada vez mais brasileiros estão fazendo suas refeições fora de casa: já são 51% da população os que passam longe do fogão.

Quanto Custa Abrir um Restaurante?

abrir um restaurante

O primeiro passo para abrir um restaurante é escolher uma boa região, que pode ser comercial ou residencial (tudo depende do planejamento). É necessário verificar com a prefeitura do município autoriza o funcionamento do estabelecimento na área escolhida. Depois de escolher o local, é preciso solicitar o alvará de funcionamento antes de abrir as portas, verificar a legislação sanitária e trabalhista.

A burocracia é a grande inimiga dos pequenos negócios do país. Para um restaurante iniciar as atividades, é preciso, por exemplo, um responsável técnico pela manipulação dos alimentos. Em restaurantes por quilo, as balanças precisam ser aferidas regularmente pelo INMETRO – Instituo Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia.

Um restaurante pequeno, em uma cidade média ou grande do país, não requer grandes investimentos iniciais: R$ 20 mil ou R$ 25 mil. Em cidades menores, é possível gastar bem menos do que isto, em torno de R$ 10 mil. É possível reduzir os custos, oferecendo um cardápio mais limitado, com poucos itens.

Todo novo empresário visa ao lucro, mas é fundamental ter em mente que o retorno financeiro do investimento dificilmente virá antes de 48 meses de atividades. Neste período, é necessário ter uma reserva para custear as despesas do restaurante e as próprias despesas pessoais.

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O que levar em conta antes de abrir um restaurante?

Um restaurante comercial trabalha basicamente no horário de almoço, entre 11h e 14h. É necessário que ele seja facilmente notado por potenciais clientes. O novo empresário tem que se esquecer de folgas ou férias (ao menos nos dois primeiros anos).

A disponibilidade para ir a vários entrepostos comerciais durante os sete dias da semana também é fundamental. É preciso pesquisar os preços para encontrar as melhores condições. Com alimentos de boa qualidade, fica faltando apenas a hospitalidade e bom atendimento. O treinamento adequado do pessoal – garçons, maîtres, cozinheiros, etc. – é imprescindível para o sucesso do empreendimento.

Todo publicitário sabe disto: a propaganda é a alma no negócio. Mesmo para um pequeno restaurante, é necessário divulgar o estabelecimento e as refeições principais e oferecer promoções (como um vale-sobremesa, por exemplo).

Para abrir um restaurante, não basta apenas saber cozinhar: é preciso conhecer a legislação e trabalhar como gestor de uma empresa: carisma, liderança e disposição para o trabalho são fundamentais. Quem é iniciante no ramo pode escolher um sócio com experiência. Também é útil fazer cursos de administração, como os oferecidos pelo SEBRAE – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, que podem ser feitos online.

+ Confira: Os Cursos SEBRAE são Bons?

Onde Fazer Cursos Reconhecidos pelo MEC

Matricular-se em uma faculdade sem saber se os cursos são reconhecidos pelo MEC podem causar muitos transtornos.

O Ministério da Educação (MEC) é o órgão responsável pelo credenciamento e autorização de todos os cursos de nível superior do país. Uma instituição de nível superior só pode abrir processos seletivos e aceitar matrículas depois que os processos tramitarem e forem publicados no Diário Oficial da União (DOU).

Da mesma forma que o MEC pode autorizar o funcionamento de cursos, ele pode descadastrar uma faculdade (ou apenas alguns de seus cursos). Isto geralmente ocorre quando a nota média dos alunos que prestaram o ENADE – Exame Nacional de Desempenho de Estudantes fica abaixo de 3,0 (em uma escala que vai até 5,0). Antes de retirar a autorização, as faculdades passam por um período de supervisão, com técnicos do ministério avaliando a proposta metodológica, a qualificação dos professores, o sistema de avaliação adotado, etc.

cursos reconhecidos pelo mec

Onde Fazer Cursos Reconhecidos pelo MEC?

Para encontrar os cursos reconhecidos pelo MEC, os interessados devem acessar o site do INEP – Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira –, subordinado ao ministério. O levantamento do instituto informa o desempenho da faculdade no ENADE e quais cursos ela está autorizada a oferecer. Os endereços são: www.inep.gov.br e www.emec.gov.br.

É importante lembrar que, quando um curso é autorizado, em qualquer instituição de ensino superior, ele ainda é reconhecido somente a título precário; a formalização ocorre somente depois da formação da primeira turma (um período de quatro a seis anos). Neste caso, não está em discussão a qualidade do ensino.

Nas faculdades, os estudantes podem solicitar o catálogo das condições de oferta dos cursos, exigido por uma portaria federal de 1997 e divulgado anualmente. Este material fornece as informações de autorização e posterior reconhecimento dos cursos, suas avaliações e dados sobre taxas de matrículas e mensalidades.

Uma instituição não credenciada pelo MEC, que esteja oferecendo quaisquer cursos de nível superior, está em situação irregular e não pode emitir diplomas. Qualquer atestado que ela venha a emitir não poderá ser registrado no ministério. Os alunos concluintes não podem pedir o registro em sua categoria profissional, nem prestar concursos públicos que exijam nível superior.

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Cursos Reconhecidos pelo MEC

+ Confira: Cursos Online são Reconhecidos pelo MEC?

Os cursos de nível superior de todo o país sofrem um processo de avaliação para serem autorizados e reconhecidos. Esta avaliação é desenvolvida por especialistas em educação e tem variáveis de acordo com a sua especificidade. A cada ano, os cursos recebem avaliação CR (regular), CB (bom) e CMB (muito bom).

Os estudantes devem ficar atentos para as avaliações dos cursos obtidas no ENADE e, caso o prazo para pedir o reconhecimento oficial esteja próximo ao final e a instituição ainda não tiver tomado as providência, o fato precisa ser comunicado o quanto antes à Secretaria de Educação Superior. As faculdades podem solicitar a autorização para os cursos quando a primeira turma atinge a metade do período previsto para a formatura. Universidades têm autonomia para abrir novos cursos (com exceção de Medicina, Direito, Psicologia e Odontologia), mas devem informar ao MEC, para posterior supervisão, avaliação e finalmente, o reconhecimento.

Outras informações sobre os cursos de nível superior reconhecidos pelo MEC podem ser obtidas através do telefone 0800-616161, a ligação é gratuita.

Curso de Montador de Móveis: Onde Trabalhar e Quanto Ganha

É útil para desenvolver as competências necessárias. Conheça as características do curso de montador de móveis.

Ser montador de móveis pode ser uma atividade bastante rentável e agradável. É um profissional muito requisitado por fabricantes e revendedores da indústria moveleira e sempre consegue arranjar alguns serviços avulsos. Mas, para fazer um curso de montador de móveis, é necessário ter algumas habilidades – ou, ao menos, forte empenho em desenvolvê-las.

Não há pré-requisitos para o curso de montador de móveis, além de habilidade manual, perfeccionismo e precisão nos detalhes. Trata-se de um curso livre, de curta duração (entre 30 e 80 horas de aula). Muitas escolas, no entanto, exigem idade mínima de 16 anos e conclusão do ciclo I do ensino fundamental.

Um montador de móveis precisa ser capaz de interpretar desenhos técnicos para mentalizar os produtos através de sua representação esquemática. Também precisa conhecer as matérias-primas empregadas na fabricação, para decidir pelo uso mais adequado dos dispositivos de montagens, ferragens, acessórios e para fazer o manuseio correto dos componentes. Além disto, bons conhecimentos de português e matemática são também imprescindíveis. É preciso estar muito bem capacitado para exercer a função.

montador de móveis

Curso de Montador de Móveis

Um curso de montador de móveis aborda diversos temas, tais como o perfil do profissional, apresentação aos clientes, um breve histórico da arte da marcenaria, matérias-primas para fabricação e montagem do mobiliário, ferramentas necessárias, tipos de móveis (planejados, seriados e modulados), manuais de montagem e práticas de montagem com móveis de cozinha, sala e quarto com divisões de gaveteiros, instalação de portas de correr, etc.

Antes de partir para as atividades práticas, é preciso aprender outras técnicas no curso de montador de móveis, como organização, limpeza e qualidade do serviço final, produtividade na montagem e entrega técnica. Os alunos precisam dominar o sistema métrico e conversões de unidades e escala para garantir a satisfação dos clientes.

O curso de montador de móveis ensina ainda a programar o processo de montagem, relacionar e providenciar as máquinas manuais e elétricas necessárias e realizar pequenos ajustes e reparos durante a instalação do mobiliário.

Alguns cursos ensinam também as técnicas de desmontagem, muito úteis para o trabalho com transportadoras e empresas de mudanças. Quem não está familiarizado com a profissão deve começar com um curso de montador de móveis básico, passar pela desmontagem e, por fim, para a instalação de mobiliário planejado sob medida para cada aposento.

curso de montador de móveis

Profissão de Montador de Móveis

O salário inicial de um montador de móveis é, em média, de dois salários mínimos. A distribuição das vagas segue o número de habitantes e o seu poder aquisitivo. Profissionais autônomos geralmente recebem mais do que os assalariados, mas é preciso calcular os custos adicionais, como transporte e compra de acessórios e ferragens.

Pesquisa do Portal do Montador indica que os ganhos começam a se tornar mais atraentes quando existe a possibilidade de horas extras, ou quando a empresa trabalha com bonificação por produtividade. Somando salários, bonificações e horas extras, as retiradas mensais podem atingir R$ 3.000.

Por se tratar de uma atividade mais delicada, a montagem de móveis planejados costuma render rendimentos mensais mais elevados.

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