Planejando a Aposentadoria para Ficar Tranquilo no Futuro

Poucas pessoas dão atenção, mas é preciso planejar a aposentadoria desde muito cedo.

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A aposentadoria é uma certeza absoluta. Depois de 30 ou 40 anos de atuação, é preciso encerrar a carreira. Muitos profissionais, no entanto, não conseguem planejar esta transição e acabam perdendo o padrão de vida, com a redução drástica dos rendimentos.

Em geral, as dúvidas sobre a aposentadoria só começam a surgir quando se atinge a meia idade. É necessário lembrar que é perfeitamente possível encerrar a carreira com tranquilidade e conforto. Para isto, entretanto, é preciso planejar com antecedência, adotando formas de poupança e investimento para complementar a renda no longo prazo.


planejar a aposentadoria

Como Planejar a Aposentadoria

Antes de procurar um plano de previdência privada ou uma poupança programada, cada indivíduo precisa definir que estilo de vida pretende adotar depois da aposentadoria, para dimensionar o total de gastos para as novas atividades. Alguns pretendem viajar mais vezes; outros querem desenvolver um hobby ou voltar aos estudos.

De maneira geral, as despesas mensais tendem a se reduzir depois da aposentadoria: não é necessário renovar o guarda-roupa com tanta frequência, o número de refeições fora de casa diminui, assim como os gastos com transporte.

Por outro lado, alguns custos se mantêm e até aumentam. Além das contas básicas, com o avanço da idade, é comum que a saúde se torne mais debilitada e, para não haver problemas, é necessário manter um bom plano médico, já que os serviços de saúde pública deixam muito a desejar. As mensalidades, porém, são caras e são majoradas praticamente a cada aniversário.

O ideal é ter, depois da aposentadoria, um rendimento equivalente a pelo menos 70% do salário obtido durante o período de trabalho ativo. É importante lembrar que o planejamento deve ter início o mais cedo possível: especialistas sugerem que a poupança tenha início aos 25 anos, com a reserva de 10% dos salários mensais.

No entanto, é difícil que um jovem entre 20 e 30 anos tenha capacidade de investimento, já que esta é uma faixa etária na qual ainda estamos procurando a independência financeira. Além disto, solteiros ou casais com filhos pequenos geralmente precisam fazer face a muitas despesas.

A partir dos 30 anos, com a vida mais estabilizada, é possível dar início à constituição de uma reserva com vistas a uma aposentadoria mais tranquila. Neste caso, o percentual mensal de poupança precisa ser um pouco maior (cerca de 15%).

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Previdência é uma boa?

Atualmente, muitos profissionais trabalham como autônomos. Também é comum, em algumas empresas, que o salário efetivamente recebido seja muito maior do que o valor registrado na carteira de trabalho. Seja como for, é preciso planejar uma previdência pública ou privada compatível com os rendimentos mensais.

Quem recebe R$ 5.000 mensais, mas tem um registro de apenas R$ 2.000, terá um benefício pago pelo INSS (Instituto Nacional de Seguro Social) equivalente a 80% da média dos últimos dois anos (no exemplo, R$ 1.600), caso não haja nenhuma complementação da aposentadoria.

+ Leia: Planos de Previdência Privada valem a pena?

O valor pode ser reduzido de acordo com o fator previdenciário, que leva em consideração o tempo de contribuição, a idade do segurado e a expectativa de vida.

A previdência privada é um benefício extra, sem regras definidas, não vinculada ao INSS. O trabalhador pode optar por qualquer valor. Obviamente, o benefício que receberá depois da aposentadoria é diretamente proporcional à contribuição paga durante o serviço ativo.

Ao optar por um plano de previdência privada, o trabalhador deve verificar se a operadora é registrada na SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) e também as taxas cobradas, que variam de acordo com o tipo de investimento (CDB, LCI / LCA, Tesouro Direto, etc.).

+ Confira: Quais os Investimentos Melhores que a Poupança

Depois da aposentadoria, quem investiu em previdência privada pode escolher entre receber o total dos depósitos de uma única vez ou em parcelas mensais. A primeira opção permite a reaplicação dos valores, mas a segunda garante maior estabilidade.


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